As turmas C21, C22 e C23 criando narrativas - Parte I
Durante os meses de agosto e setembro as turmas estudaram os elementos que compõem uma narrativa (personagem, narrador, enredo, conflito, tempo, espaço...), leram narrativas curtas, escreveram e reescreveram suas próprias narrativas. As histórias postadas abaixo têm temáticas diferentes e os textos foram escritos a partir de uma situação inicial dada pela professora. O objetivo era desenvolver o enredo dado e resolver da maneira mais verossímil possível o conflito enfrentado pelos personagens.
O vício
A
garota passou a noite inteira conversando com amigos pela internet. A
mãe, quando acordou, às 6 horas da manhã, percebeu a porta do
escritório fechada e a luz acesa. A garota ainda estava no
computador e não havia ido dormir. Sem que a filha percebesse, a mãe
trancou a porta por fora. Meia hora depois a garota sentiu vontade de
ir ao banheiro, quando foi abrir a porta estava trancada ela começou
a gritar:
-
Mãe, abre a porta!
E ninguém respondeu porque os pais dela foram trabalhar, e ela ficou
ali, depois de umas horas a mãe dela chegou e ouviu a garota
gritando:
-
Mãe, mãe, mãe abre!
E
ela foi lá e abriu a porta para a filha. A garota furiosa porque a
mãe dela a trancou em seu quarto, saiu correndo para ir ao banheiro
e começou a brigar com a mãe, ela disse:
-
Mãe, porque você fez isso eu não te fiz nada. Mãe eu gosto disso,
não sou viciada nem nada disso.
A
mãe respondeu:
-
Vamos fazer um acordo, vamos dividir o horário para podermos
organizar tudo, você terá tempo para a internet e para a família,
pode ser?
E
a filha:
-
Tá, mãe, pode ser assim.Te amo mãe!
E
as duas se abraçaram.
Autora:
Aline Machado – Turma C21
Joana rebelde
A
menina cujo o nome era Joana, ficou muito braba dentro do escritório.
Então começou a gritar e a bater na porta, com a esperança que o
pai ouvisse. Sem sucesso a menina decidiu continuar no computador
e uma hora depois foi dormir, no escritório mesmo. No dia
seguinte, o pai da menina acordou e logo foi abrir a porta para
Joana. Ela ainda estava dormindo. Ele, que já estava brabo
pelo fato da menina estar até tarde no computador, acordou Joana com
um grito que dizia: - Vamos! Está na hora de acordar!!!
Joana,
assustada, acordou e logo xingou o pai por tê-la trancado. Ele criou
uma discussão com a filha, mas logo entrou em um acordo em que a
menina Joana deveria ficar até certo horário na internet.
Autora:
Danielly Pereira – Turma C21
Festa surpresa
Meia
hora depois, quado decidiu ir dormir, notou que a porta estava
trancada pelo lado de fora, ele achou estranho pois o único que
tinha a chave do escritório era seu pai, e ele não trancaria a
porta por nada.
O
garoto ficou dentro do escritório por mais de 5 minutos e começou a
escutar passos do lado de fora do escritório. As luzes do
escritório se apagaram e ele ficou apenas escutando a movimentação
fora do escritório que não era normal. Ele olhou para fora pela
janela e viu vultos pela casa. Ele se sentou e acabou cochilando e
dormiu por mais de 5 horas, e quando acordo lembrou que tinha uma
chave reserva na gaveta da mesa. O garoto pega um abajur para se
proteger e abre a porta calmamente, anda lentamente pelo corredor e
quando abre a porta, havia uma festa surpresa para comemorar seu
aniversário que era naquele dia.
Seu
pai o trancou para o castigar e para fazer sua festa.
Autor:
Eduardo Maciel - Turma C21
Sem
título
Capítulo
I
Isabela
passou a noite inteira conversando com seus amigos pela internet. O
pai quando acordou às 6 horas, percebeu a porta do escritório
fechada e a luz acessa. A filha ainda estava no computador e não
havia ido dormir. Sem que a filha percebesse, o pai trancou a porta
por fora. Meia hora depois, Isabela começou a ficar muito cansada e
pegou no sono em frente ao computador.
Às
8 horas Isabela acordou com o despertador tocando. Ela então
levantou-se da cadeira e foi tentar abrir a porta e foi aí que
Isabela percebeu que o porta estava trancada. Tentou de várias
maneiras abrir a porta mas nenhuma funcionou, tentou abrir a janela,
mas estava emperrada, chamou pelo seu pai, mas ele havia ido
trabalhar e só voltaria ás 21 horas.
De
repente, Isabela ouviu um estrondo e as luzes se apagaram. Então
não lhe restou outra coisa a não ser esperar. Depois de mais ou
menos uma duas horas,Isabela ouve a porta da sala se abrir e, sem
perder tempo, começa a gritar por socorro.
Capítulo
II
Depois
de alguns segundos que Isabela estava gritando por socorro, a porta
do escritório começou a se abrir. Quem estava abrindo a porta era
sua tia Helena. Isabela, sem perder tempo,correu para abraçar sua
tia, que também lhe deu um abraço.Juntas, as duas foram para a
cozinha, pois Isabela estava com fome e queria comer algo.
Na
cozinha, elas sentaram-se à mesa e começaram a conversar. Foi neste
momento que a luz voltou. Isabela ficou muito feliz, pois não
precisaria ir à escola e também porque a luz havia voltado e ela
poderia voltar a mexer no computador.
Capítulo III
O dia estava amanhecendo. Isabela não tinha conseguido
dormir a noite inteira, por não conseguia parar de pensar em qual castigo seu
pai iria lhe dar. De repente Isabela ouviu batidas na porta. Ela seu pai quem
estava batendo e ele, com uma voz firme, mandou ela descer para a sala para que
eles pudessem conversar.
Isabela, com um pouco de receio, desceu para a sala e
sentou-se à mesa. O pai de Isabela sentou-se na frente dela e disse que não
estava satisfeito com ela, pois ela passava tempo demais no computador e não
fazia suas obrigações. Isabela retrucou dizendo que não foi nada certo o que
ele havia feito, de trancá-la no escritório.
O pai e Isabela ficaram conversando por alguns minutos até
que chegaram a um acordo. Isabela não ficaria proibida de mexer no computador,
mas iria ter um horário determinado pelo pai e ele prometeu que nunca mais iria
trancá-la no escritório e em nenhum outro cômodo da casa. Isabela não ficou
muito contente de ter o horário de mexer no computador reduzido, mas ela melhor
ter o horário reduzido do que não ter horário nenhum.
Autora: Ester Ceresa– Turma C21