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domingo, 20 de outubro de 2013

Inventando histórias

As turmas C21, C22 e C23 criando narrativas - Parte I

        Durante os meses de agosto e setembro as turmas estudaram os elementos que compõem uma narrativa (personagem, narrador, enredo, conflito, tempo, espaço...), leram narrativas curtas, escreveram e reescreveram suas próprias narrativas. As histórias  postadas abaixo têm temáticas diferentes e os textos foram escritos a partir de uma situação inicial dada pela professora. O objetivo era desenvolver o enredo dado e resolver da maneira mais verossímil possível o conflito enfrentado pelos personagens.


O vício

         A garota passou a noite inteira conversando com amigos pela internet. A mãe, quando acordou, às 6 horas da manhã, percebeu a porta do escritório fechada e a luz acesa. A garota ainda estava no computador e não havia ido dormir. Sem que a filha percebesse, a mãe trancou a porta por fora. Meia hora depois a garota sentiu vontade de ir ao banheiro, quando foi abrir a porta estava trancada ela começou a gritar:
        - Mãe, abre a porta!
        E ninguém respondeu porque os pais dela foram trabalhar, e ela ficou ali, depois de umas horas a mãe dela chegou e ouviu a garota gritando:
       - Mãe, mãe, mãe abre!
      E ela foi lá e abriu a porta para a filha. A garota furiosa porque a mãe dela a trancou em seu quarto, saiu correndo para ir ao banheiro e começou a brigar com a mãe, ela disse:
       - Mãe, porque você fez isso eu não te fiz nada. Mãe eu gosto disso, não sou viciada nem nada disso.
       A mãe respondeu:
       - Vamos fazer um acordo, vamos dividir o horário para podermos organizar tudo, você terá tempo para a internet e para a família, pode ser?
     E a filha:
     - Tá, mãe, pode ser assim.Te amo mãe!
      E as duas se abraçaram.

       Autora: Aline Machado – Turma C21


Joana rebelde
      A menina cujo o nome era Joana, ficou muito braba dentro do escritório. Então começou a gritar e a bater na porta, com a esperança que o pai ouvisse. Sem sucesso a menina decidiu continuar no computador e uma hora depois foi dormir, no escritório mesmo. No dia seguinte, o pai da menina acordou e logo foi abrir a porta para Joana. Ela ainda estava dormindo. Ele, que já estava brabo pelo fato da menina estar até tarde no computador, acordou Joana com um grito que dizia: - Vamos! Está na hora de acordar!!!
     Joana, assustada, acordou e logo xingou o pai por tê-la trancado. Ele criou uma discussão com a filha, mas logo entrou em um acordo em que a menina Joana deveria ficar até certo horário na internet.
      Autora: Danielly Pereira – Turma C21

Festa surpresa
      Meia hora depois, quado decidiu ir dormir, notou que a porta estava trancada pelo lado de fora, ele achou estranho pois o único que tinha a chave do escritório era seu pai, e ele não trancaria a porta por nada.
     O garoto ficou dentro do escritório por mais de 5 minutos e começou a escutar passos do lado de fora do escritório. As luzes do escritório se apagaram e ele ficou apenas escutando a movimentação fora do escritório que não era normal. Ele olhou para fora pela janela e viu vultos pela casa. Ele se sentou e acabou cochilando e dormiu por mais de 5 horas, e quando acordo lembrou que tinha uma chave reserva na gaveta da mesa. O garoto pega um abajur para se proteger e abre a porta calmamente, anda lentamente pelo corredor e quando abre a porta, havia uma festa surpresa para comemorar seu aniversário que era naquele dia.
      Seu pai o trancou para o castigar e para fazer sua festa.

      Autor: Eduardo Maciel - Turma C21



Sem título
Capítulo I
     Isabela passou a noite inteira conversando com seus amigos pela internet. O pai quando acordou às 6 horas, percebeu a porta do escritório fechada e a luz acessa. A filha ainda estava no computador e não havia ido dormir. Sem que a filha percebesse, o pai trancou a porta por fora. Meia hora depois, Isabela começou a ficar muito cansada e pegou no sono em frente ao computador.
      Às 8 horas Isabela acordou com o despertador tocando. Ela então levantou-se da cadeira e foi tentar abrir a porta e foi aí que Isabela percebeu que o porta estava trancada. Tentou de várias maneiras abrir a porta mas nenhuma funcionou, tentou abrir a janela, mas estava emperrada, chamou pelo seu pai, mas ele havia ido trabalhar e só voltaria ás 21 horas.
     De repente, Isabela ouviu um estrondo e as luzes se apagaram. Então não lhe restou outra coisa a não ser esperar. Depois de mais ou menos uma duas horas,Isabela ouve a porta da sala se abrir e, sem perder tempo, começa a gritar por socorro.


Capítulo II

      Depois de alguns segundos que Isabela estava gritando por socorro, a porta do escritório começou a se abrir. Quem estava abrindo a porta era sua tia Helena. Isabela, sem perder tempo,correu para abraçar sua tia, que também lhe deu um abraço.Juntas, as duas foram para a cozinha, pois Isabela estava com fome e queria comer algo.
    Na cozinha, elas sentaram-se à mesa e começaram a conversar. Foi neste momento que a luz voltou. Isabela ficou muito feliz, pois não precisaria ir à escola e também porque a luz havia voltado e ela poderia voltar a mexer no computador.




Capítulo III


      O dia estava amanhecendo. Isabela não tinha conseguido dormir a noite inteira, por não conseguia parar de pensar em qual castigo seu pai iria lhe dar. De repente Isabela ouviu batidas na porta. Ela seu pai quem estava batendo e ele, com uma voz firme, mandou ela descer para a sala para que eles pudessem conversar.

      Isabela, com um pouco de receio, desceu para a sala e sentou-se à mesa. O pai de Isabela sentou-se na frente dela e disse que não estava satisfeito com ela, pois ela passava tempo demais no computador e não fazia suas obrigações. Isabela retrucou dizendo que não foi nada certo o que ele havia feito, de trancá-la no escritório.

      O pai e Isabela ficaram conversando por alguns minutos até que chegaram a um acordo. Isabela não ficaria proibida de mexer no computador, mas iria ter um horário determinado pelo pai e ele prometeu que nunca mais iria trancá-la no escritório e em nenhum outro cômodo da casa. Isabela não ficou muito contente de ter o horário de mexer no computador reduzido, mas ela melhor ter o horário reduzido do que não ter horário nenhum.
     Autora: Ester Ceresa– Turma C21